quinta-feira, 10 de outubro de 2013

DEVER DO GOVERNO OFERECER EDUCAÇÃO DE QUALIDADE!



 
Caros companheiros e, principalmente, PAIS e ALUNOS, A EDUCAÇÃO ao longo da história o Pará tem sido desprezado por políticos inescrupulosos.
É com muita indignação que venho a vós expor minha revolta com este atual governo (e todos os outros), que sempre tratou com descaso os educadores, os senhores pais e principalmente os alunos, NÃO sabendo negociar propostas relevantes que tirariam o Pará do atraso e da pobreza, obrigando os profissionais da educação a praticamente todos os anos a irem a luta (morar na escola para sobreviver), lembro vocês que é DEVER DO GOVERNO OFERECER EDUCAÇÃO DE QUALIDADE aos milhões de jovens Paraenses que, assim como os educadores, almejam um Pará mais desenvolvido e que venha a contribuir com o crescimento da nação.

Cadê o PCCR?
Cadê as horas atividades que iria dar um passo muito bom na qualidade da educação?
Cadê a gestão democrática na escola - eleição para Diretor(a)?
Cadê a infraestrutura na escola: salas climatizadas? Quadras esportivas etc...

Espero, com toda a força que vocês ALUNOS E PAIS compreendam a revolta da classe trabalhadora da educação de todo o Estado do Pará e estejamos juntos na luta contra este governo que a cada dia procura enterrar nosso estado no cemitério da ignorância e da pobreza cultural
PROF. ALEX COSTA LIMA

EXIGIMOS A CONSTRUÇÃO IMEDIATA DESSA PONTE

   O antigo sonho da construção da ponte sobre o Rio Araguaia separando as cidades de Xambioá, no Tocantins e São Geraldo do Araguaia, no Pará, não pode mais esperar, a população sofre muito com esse descaso. Todos os anos eleitorais ser como plataforma política de vários candidatos a deputado estaduais, federais e governadores do estado. O povo de São Geraldo não aguenta mais. POR ISSO EXIGIMOS A CONSTRUÇÃO IMEDIATA DESSA PONTE.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PREFEITURA DE PALESTINA DO PARÁ VAI ELEGER NOVO REPRESENTANTE

 

Candidatos concorrerão em novas eleições no dia 3 de novembro. Prefeita reeleita nas eleições de 2012 foi cassada pelo TRE-PA.
   Três candidatos confirmaram o pedido de registro de suas candidaturas à prefeitura de Palestina do Pará, no sudeste do Estado, junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA). A nova eleição irá ocorrer após a cassação da prefeita reeleita nas eleições de 2012, Maria Ribeiro (PSDB). Segundo o TRE, ela recebeu mais de 50% dos votos, mas teve seu registro de candidatura cassado pelo tribunal por conduta proibida durante a campanha eleitoral, além de compra de votos.
O novo pleito será no próximo dia 3 de novembro no município, em 18 sessões distribuídas em seis locais de votação na cidade.
Até esta quinta-feira (26), os candidatos inscritos foram Valciney Ferreira Gomes (PMDB), tendo como vice Berlandio Soares da Silva representando a coligação “Palestina de Volta ao Progresso”; Abeuvaldo Pereira de Souza (PSDB) e a vice Maria Luduina Pantoja, liderando a coligação “Ainda é a vez do Povo”, e ainda, Luiz Gonzaga de Albuquerque Sobrinho (PRD), com vice não informado.
O prazo para os partidos requererem pedido de registro de candidatura encerra no próximo domingo (29). O juiz eleitoral tem até o dia 18 de outubro para julgar o pedido dos três candidatos. Já o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) terá até o dia 31 de outubro para avaliar os pedidos. O último dia de outubro também é o limite para a propaganda política, como comícios ou aparelhagem de sonorização fixa.
Eleitorado
Dos mais de 6 mil eleitores do município, 69 tiveram seu registro indeferido pelo Juiz Eleitoral da zona. Foram transferências e alistamentos considerados irregulares e com suspeita de fraude. Agora, os municípios que estiverem irregulares com a justiça eleitoral deverão esperar para regularizar sua situação. Os que não estiverem no município devem procurar qualquer cartório eleitoral para justificar a ausência e, caso não o faça no mesmo dia, tem até o dia 2 de janeiro para apresentar a justificativa.

Fonte: g1.com.br

domingo, 29 de setembro de 2013

QUATRO VÍTIMAS DE ACIDENTE NA BR-153 CONTINUAM INTERNADAS EM MARABÁ, PA




 Ônibus seguia de Marabá para Goiânia e tombou quando pneu estourou. Dois adultos e um bebê morreram no acidente, ocorrido na última sexta, 27
 Quatro vítimas do acidente com um ônibus de turismo que tombou na BR-153 ainda estão internadas em hospitais de Marabá, no sudeste do estado do Pará. Dois adultos e um bebê ficaram presos nas ferragens e foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos e morreram.
Roberto Gomes estava no ônibus com a mulher e o filho de cinco anos. Eles retornavam de Marabá para Goânia (GO) e tiveram ferimentos leves, mas o filho está em estado grave na UTI. "Foi de repente, coisa de acidente, a gente não tem noção", disse Roberto.
saiba mais
Dois adultos e bebê morrem em acidente de ônibus na BR-153
Das 15 pessoas que estavam no ônibus no momento do acidente, quatro continuam internadas em hospitais de Marabá, três no hospital regional. Todos permanecem na Unidade de Tratamento Intensivo e correm risco de morrer.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente pode ter ocorrido após um pneu traseiro estourar. O parabrisa do veículo foi arrancado. Pedaços do ônibus e objetos dos passageiros ficaram espalhados nas margens da rodovia.
A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as causas do acidente. O laudo deve ficar pronto em 15 dias.
Os corpos de José Francisco dos Santos e Maria Aparecida Sousa já foram liberados para as famílias. O corpo do bebê continua no Instituto Médico Legal de Marabá, porque ainda não foi identificado.
Entenda o caso
Três pessoas morreram em um acidente com um ônibus de turismo na BR-153, entre os municípios de São Domingos do Araguaia, sudeste do Pará, e São Geraldo do Araguaia, na divisa com o Tocantins. Três vítimas continuam internadas no Hospital Regional de Marabá.
O acidente aconteceu na tarde da última sexta-feira (27). O motorista teria perdido o controle do veículo após um dos pneus estourar, e tombou ao sair da pista em uma curva da rodovia. As vítimas, um homem, uma mulher e um bebê de nove meses ficaram presos nas ferragens.
 Fonte: g1.com.br

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

VICE-PREFEITO LEANDRO DE SÁ ENTREGA ABAIXO ASSINADO EM BELÉM






   Este hoje em Belém o vice prefeito Leandro de Sá e Dep. Zequinha Marinho em uma audiência com Dr. Juarez Quaresma Reitor da Universidade do Pará onde entregaram o abaixo assinado reivindicando um núcleo pra São Geraldo do Araguaia,  onde o Vice Leandro de Sá percorreu todo o município atrás de assinatura a meses.

sábado, 21 de setembro de 2013

JUSTIÇA SUSPENDE ANTECIPADAMENTE GREVE DOS PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO

 



A Justiça determinou antecipadamente nesta sexta-feira (20) a suspensão da greve dos professores da rede estadual de ensino, anunciada para a próxima segunda-feira (23) pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp). A decisão é da juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos, da Vara de Plantão Cível de Belém, e acata ação apresentada pelo governo do Estado para impedir a paralisação, reconhecida pela magistrada como “abusiva” e “precipitada”. Em caso de descumprimento da decisão judicial, o sindicato terá de pagar multa diária de R$ 100 mil.
Na liminar, a juíza reconhece os argumentos do Estado, de que a atividade em questão é essencial, e sua paralisação atinge milhares de crianças e adolescentes. Além disso, diz a magistrada, em função de outra greve deflagrada anteriormente pelo sindicato, o ano letivo na rede estadual de ensino já está atrasado. Um dos prejuízos iminentes, porém, seria na preparação dos alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 26 e 27 de outubro deste ano – prova que, a partir de 2013, será o único meio de ingresso na Universidade Federal do Pará (UFPA). “Os danos na preparação para o ingresso no estudo universitário seriam incalculáveis”, pontua Rosana Bastos.
Para a juíza, deve prevalecer o interesse dos alunos da rede pública de ensino, em especial os do ensino médio, em detrimento do direito de greve dos servidores públicos, “mesmo porque o Estado está tomando providências para dar esclarecimentos e propostas aos professores”, reconhece ela. Uma reunião na Secretaria de Estado de Educação (Seduc) já havia sido agendada para terça-feira (24), justamente para discutir a pauta de reivindicações da categoria.
Nota técnica anexada na ação protocolada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) detalha ponto a ponto os itens que são alvo de reclamação do Sintepp. No documento, a Seduc responde a doze pontos, entre eles a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), o pagamento do piso salarial nacional, a reforma e estruturação de escolas e a qualificação profissional para trabalhadores. Uma das reivindicações é sobre a abertura de novo concurso público. “A Seduc tem dois concursos vigentes, e os candidatos aprovados estão sendo nomeados de acordo com a necessidade da instituição”, diz o secretário adjunto de Gestão da Seduc, Waldecir Oliveira.
Quanto ao PCCR, ele foi implementado pelo governo do Estado em setembro de 2011, instituindo, entre outras vantagens, as gratificações do Sistema Modular de Ensino (Some) – que passou de 100% para 180% do vencimento-base dos professores – e de magistério na educação especial, sem contar na gratificação progressiva, que subirá de 30% sobre o vencimento-base para 50%, aos professores ocupantes de cargo de nível médio que concluíram licenciatura.
Segundo a nota técnica apresentada pela PGE, o piso salarial nacional de R$ 1.567, indicado pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), já está sendo pago pelo governo do Estado aos professores de ensino médio, que correspondem a 15% do quadro. Os professores de nível superior (que são 85% da categoria) recebem até R$ R$ 4.009,95, para uma jornada de 40 horas semanais – uma das cinco melhores remunerações pagar no Brasil para professor.
Outro ponto destacado pela PGE diz respeito à estrutura física das escolas. Em levantamento da Seduc, das 1,2 mil escolas estaduais, cerca de 700 necessitam de algum tipo de reparo. Visando minimizar esses problemas, o governo já reformou em torno de 200 escolas. Além disso, o governo buscou, junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento(BID), financiamento que culminará com a assinatura de contrato, dia 9 de outubro deste ano, no valor de U$ 350 milhões.Parte desse recurso será aplicada na reforma e ampliação da rede física de educação do Estado, garantindo 600 novas salas e 600 escolas reformadas.
A greve foi decidida em assembleia dos professores no último dia 18. O Sintepp ainda deve publicar em sua página na internet o inteiro teor da decisão judicial, no prazo de 24 horas a contar da intimação.
 
FONTE: AGÊNCIA PARÁ 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Professores do Estado param na segunda-feira



Professores da rede estadual de ensino entram em greve a partir da próxima segunda- feira (23). A decisão foi tomada em assembleia geral, realizada na manhã de ontem, na sede do Clube de Remo. Após a assembleia, os trabalhadores da educação seguiram em caminhada até o Centro Integrado de Governo (CIG), onde forçaram a entrada e foram recebidos pelo secretário Especial de Promoção Social, Alex Fiúza de Melo, e pela secretária de Estado de Administração, Alice Viana.
A greve foi anunciada na manhã de ontem, apesar de uma reunião já está marcada para terça- feira (24). De acordo com o Governo do Estado, a decisão da categoria pode atrapalhar as negociações. “Isso vai ter um impacto no governo, porque nós vamos ter de cuidar de outras prioridades, como os alunos que terão de ser atendidos nas escolas onde houver paralisação. Vamos ter de colocar outras preocupações de curto prazo na agenda, que não estavam antes. Isso altera completamente o calendário da negociação”, afirmou Alex Fiúza de Melo.
O aviso de deflagração da greve já foi protocolado na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), respeitando o prazo legal antecipado de 72h. “A situação chegou a tal ponto caótico pela insatisfação na resposta das demandas encaminhadas, o que fez com que a assembleia votasse pela greve”, justifica Maurilo Estumano, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Pará (Sintepp).
Com a greve, o quadro de 25 mil trabalhadores, entre técnicos e professores, deve ficar comprometido. Participaram da assembleia de ontem cerca de 800 servidores, de acordo com o sindicato. Muitos deles caminharam até o CIG, localizado na avenida Nazaré, e invadiram o órgão, danificando o portão de entrada. “Não houve negociação. Eles jogaram a decisão para a categoria”, sintetiza Estumano. 
Os secretários que receberam uma comissão de trabalhadores destacaram a violência dos manifestantes para entrar no CIG e pontuaram que em nenhum momento o Governo do Estado se mostrou avesso às reivindicações.
Desde o início do ano o sindicato vem apresentando pauta de reivindicações, que cobra a regulamentação da lei de jornada de trabalho de 1/3 de hora atividade e do Sistema Modular de Ensino (Some), que desloca professores para o interior do Estado;profissionalização das outras categorias envolvidas no sistema de educação; cumprimento do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR) unificado e Lei do Piso. “O Governo só veio pagar o piso a partir da implantação do PCCR, o que gerou um crédito ao trabalhador de quase um ano, no período de 2010/ 2011”, explica o coordenador do Sintepp. 
Os trabalhadores exigem o pagamento do retroativo e a unificação do PCCR, que atualmente só beneficia os professores. “A greve não é boa para o governo, trabalhadores e sociedade, mas é uma medida legal, uma resposta do trabalhador para que o governo se sensibilize com a categoria”, enfatiza Estumano. “O sindicato está aberto ao diálogo, disposto a negociar. O governo se mantém omisso, é isso o que deixa a nossa categoria insatisfeita”, completa.
FONTE:  (Diário do Pará)